
O amor: Quantos serão os lados
do sentimento enquadrado?
A dor: Quanto dela existe
no morrer que se revela
no viver que ainda insiste?
A arte: Como viver
simplesmente
sem a transformação?
Sem tornar o nada em belo
sem fazer da vida um libelo
pela constante recriação?
A morte: Cabe-nos torná-la
parceira
deste viver sem fronteiras
deste amar sem perdão.
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