
a lua quando nasce
é um cisco
semente
serenata
flutuando ao léu
de corpo crescente
ou minguante
uma nau
brincante no céu
que navega e reluz
entre as estrelas
entalhes de prata
luz que silencia
no alto
um enigma
que a todos conduz
caminhemos
tu e eu
em alento júbilo
de peregrino
pela clara beleza da noite
enquanto a lua
agora plena
vai desafiando o breu
Cláudia Gonçalves & Ricardo Reis
Um comentário:
biNossa....eu amo esse poema e êle me parece nascido das entranhas do poeta e sei que foi....PARABÉNS E continue sempre inspirado e iluminado para a arte de dizer a vida em versos .
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