Vem de longe, campeando plagas
Desde a portenha estância que sumia
E em bom tordilho, ei-lo que aqui se apeia
Sê bem-vindo o que se foi e agora volta
E que entre os seus é recebido em relevância
Acolhe-o num abraço, toda pompa e circunstancia
Na precisa hora em que a poesia já se entorta
Eis que chega à praça no nascer da rosa pública
E cruza aleas de flores vãs, longa avenida
Quando se vê o advento, regresso eterno, canção de amigo
Et pour cause, volta aos lirismos de toda gama
E constrói um poema que caminha sem ter termo
Ei-lo de volta, - o que se vai e o que vem vindo
É quando então num átimo, um sentimento sobe ao tino:
A alegria atroz e desvairada de menino
E a emoção desencadea a verve solta.
Que o saúdem, então, e o velem em canto antigo.
Inda o poeta bebe na fonte orgiástica e urbana
para o verter-se d’alma
Há de buscar no peito o abrigo
(em português Brasil)
Ven de lonxe, campo plagas
Desde a portenha estância que sumia
E en bo tordilho, ei-lo que aquí se apeia
Se ben a benvida o que foi e agora volta
E que entre os seus é recibido en relevancia
Acolle-o nun abraço, toda Pompeu e circunstancia
Na precisa hora na que a poesía xa se entortava
Eis que chega á praza no nacer da rosa publica
E cruz as aleas de flores vãs, longa Avenida
Cando se ve o advento, regreso Eterno
Et pour cause, volta ós lirismos de toda gama
E constrúe un poema que camiña sen ter termo
Ei-lo de volta, o que se vai e que ven benvida
É cando entón nun ai, un sentimento sobe ao tino
A alegría atroz e desvairada de neno
E a emoção desencadea a verve solta
Que a saúde, entón, e o velem en Canção de amigo,
Que inda o poeta bebé Na fonte orgiástica e urbana,
A verter-se D'alma, e buscar no peito o abrigo
(em Luso Galego)
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