Sexo selvagem de fato:
O índio dormiu no ato.

A índia, que estava animada
Ficou há ver navios no longe
Esperava marujos louros.
E enquanto não chegavam
Aqueles tais de holandeses
Dava-se mesmo aos portugueses.
Mas só pensava nos mouros.
Olhando ao longe o navio
Sentiu-se bem excitada.
Avistou um mastro enorme.
Nadou pelo mar, a galope.
Fogoso era o tempo, que urge.
E se fartou com o marujo.
Agora, vive na praia acenando
Para todo barquinho que surge.
Ricardo Sant'anna Reis & Grazzi
Um comentário:
Adoro este poema !
Aliás tudo o que escreve este poeta , tem sentido !
abs ...
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