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Seiva
Alimento-me de poesia
desta arraigada nos subterrâneos
do meu templo profanado
desta intrigante agitação do pensamento
Alimento-me da poesia
parida em fragmentos
que pigmenta cálidas palavras
soltas numa folha de papel
Alimento-me de poesia
desta que jorra como semém
e transborda por minhas veias
gotejando feito seiva
Alimento-me da poesia
desta que brota do espírito
e revela a alma
Um comentário:
Ricardo,
Muito obrigada pela delicadeza!
Beijos
Andréa
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